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Notícias

, ID:50
27 Jul 2020
Mito! Quem tem cisto ovariano pode engravidar, sim.
Cistos no ovário raramente provocam infertilidade, mas eles podem, em alguns casos, dificultar a concepção por conta de possíveis alterações hormonais. Por isso, é importante que a mulher faça acompanhamento médico, sobretudo se estiver tentando engravidar.

O cisto nada mais é que uma “bolsa” repleta de substância líquida ou material semissólido que pode se formar em um ou nos dois ovários. Eles surgem e desaparecem espontaneamente durante o ciclo menstrual e, na maioria das vezes, não apresentam qualquer risco.
No entanto, quando há sintomas, por exemplo, é preciso tratamento individualizado (que é quase sempre simples, mas essencial para promover a saúde da mulher).

Geralmente a presença do cisto é silenciosa, mas em quadros de maior gravidade pode haver sinais como dor pélvica, inchaço na região do abdômen, dor na relação sexual, constipação, sangramento fora do ciclo, menstruação irregular e dor nas costas.
Por isso, pode ser necessária a utilização de medicamentos para evitar que novos cistos se desenvolvam e também para eliminar os já existentes, ou, principalmente se forem grandes e persistentes, pode ser recomendada ainda a cirurgia de retirada.
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, ID:49
21 Jul 2020

Reserva ovariana

A Reserva Ovariana nada mais é que a quantidade de folículos que a mulher tem disponível nos seus ovários; lembrando que esse folículo é uma espécie de “bolsa” - cada uma carrega um óvulo. No ciclo menstrual, esse óvulo amadurece dentro do folículo e é liberado para ser fecundado: a ovulação!

Mas essa quantidade é limitada, e com o passar do tempo há redução do número e da qualidade dos folículos e, consequentemente, dos óvulos (estima-se que, em cada ciclo, é possível perder mil óvulos). E a mulher sofre uma queda significativa a partir dos 35 anos.

Quem tem essa reserva baixa, portanto, pode ter dificuldades para engravidar, porque são poucos óvulos disponíveis para fecundação. Mas aí você pode se perguntar: e como eu faço para avaliar a minha reserva ovariana?
O especialista em reprodução humana pode investigar esse fator através de dois exames principais:

- ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL: através da imagem, o médico contabiliza quantos folículos antrais (CFA) a mulher tem naquele ciclo, e assim consegue determinar se ela possui reserva baixa ou normal. Quanto mais folículos, maior a fertilidade.
- HORMÔNIO ANTIMÜLLERIANO (HAM OU, EM INGLÊS, AMH): essa substância é produzida pelas células da granulosa dos folículos ovarianos. Desse modo, quanto maior for a dosagem sanguínea do hormônio, maior a reserva de óvulos.

Tanto para você, que deseja engravidar agora, quanto para quem quer planejar uma gravidez para daqui alguns anos, esses são marcadores essenciais, pois são dados preciosos para medir, por exemplo, a resposta da paciente à indução ovariana (uma etapa importante da Fertilização in Vitro), e também indicam a necessidade de congelamento de óvulos em mulheres que querem engravidar posteriormente, mas que já apresentam um certo declínio na sua reserva. Assim é possível preservar a fertilidade para a gestação futura!
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, ID:48
09 Jul 2020

Ansiedade afeta fertilidade?

Esperar que aqueles dois tracinhos indiquem a gravidez tão desejada não é fácil.
Muitas vezes, a ansiedade está ali, pulsante, o tempo todo presente na esperança de que o positivo venha logo e confirme que o sonho da gestação está se realizando.
Porém, é preciso estar atenta se for algo intenso e persistente, e se preciso buscar o apoio psicológico nessa hora.

Isso porque para que a gravidez ocorra um dos importantes fatores envolvidos é o equilíbrio hormonal, que pode ser afetado por disfunções psicológicas como a ansiedade, resultando, por exemplo, em problemas na ovulação.
A ansiedade pode atingir o sistema endócrino (cuja função está ligada à produção e liberação de hormônios fundamentais para o aparelho reprodutor), prejudicando as ações hormonais e por consequência sendo uma forte aliada da infertilidade; estresse constante também pode ter o mesmo efeito.

Inclusive, estudos relacionam, no homem, o estresse a alterações nas características dos espermatozoides, como concentração, motilidade e morfologia.
Na mulher, as questões emocionais podem comprometer, ainda, a maturação e o transporte dos óvulos, promovendo, até mesmo, a produção de algumas enzimas que tornam o útero desfavorável à gravidez.

O corpo e a mente conversam, portanto, um influencia o outro; não só na fertilidade, mas na saúde como um todo. Então, cuide da sua saúde mental sempre, combinado? Você merece uma saúde emocional de qualidade! ⠀
E lembre-se: busque ajuda de um especialista em reprodução humana, se necessário.
A sua hora vai chegar, não desista da sua família!
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, ID:47
07 Jul 2020
É bastante difundido que a hipertensão pode acarretar riscos e complicações durante a gestação e parto, mas você sabia que o problema pode também afetar a fertilidade?
A grande questão é que alguns remédios utilizados para controlar a pressão arterial podem promover o aumento da produção do “hormônio do leite” chamado prolactina, que em excesso e fora do período gestacional, pode causar alteração menstrual e problemas ovulatórios associados à infertilidade.

Com os homens não é diferente: determinados medicamentos para a hipertensão podem provocar infertilidade masculina e, inclusive, prejudicar a vida sexual.
Isso porque há indícios científicos de que não só a doença em si como também as medicações para tratá-la poderiam interferir na qualidade dos espermatozoides.

Por isso, é muito importante, para quem está em tratamento para hipertensão e deseja ter filhos, conversar com seu cardiologista e procurar um especialista em reprodução humana; em conjunto os profissionais podem alinhar a melhor maneira de transpor os obstáculos oferecidos pelo problema.

Além disso, vale ressaltar que o surgimento da pressão alta está ligado principalmente ao tabagismo, álcool e alimentação ruim. Então cuide de você, fique atenta ao seu estilo de vida.
E lembre-se sempre: não desista, busque ajuda!
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, ID:46
07 Jul 2020

Entenda a Receptividade Endometrial!

Hoje é dia de conversarmos sobre a receptividade endometrial.
O endométrio é o tecido que reveste o interior do útero, é nele onde o óvulo fecundado se instala. O papel dele é oferecer condições ideais para nutrição do óvulo fecundado e, portanto, implantação do embrião para início da gestação. Há um momento específico para isso ocorrer que pode ser por volta, geralmente, do dia 10 e 21 do ciclo menstrual: a chamada janela de implantação.
Desse modo, a receptividade endometrial é quando o endométrio está justamente nesse período mais receptivo à fixação do embrião no útero, de forma a acolhê-lo e auxiliar na sua implantação e desenvolvimento.

Há, inclusive, um teste específico de receptividade endometrial (ERA) que indica mais precisamente o momento em que o endométrio está pronto para receber o óvulo fertilizado.
Esse exame é importante porque parte das mulheres possui a janela de implantação, que citei acima, em dias do ciclo que fogem do padrão.


Então, sobretudo na Fertilização in Vitro (FIV), alinhar a transferência embrionária no tempo certo para a implantação adequada do embrião no útero é extremamente importante para diminuir os riscos de falha e aumentar as chances de gravidez.
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, ID:45
07 Jul 2020
Você já ouviu falar da Anovulação? Ela é basicamente a ausência da ovulação.

Vamos entender: normalmente a mulher ovula mensalmente, ou seja, todos os meses o óvulo amadurece, é liberado por um dos ovários para ser fecundado e ocorrer uma possível gravidez.

Desse modo, se o óvulo não é liberado pelo ovário (ciclo anovulatório) não há gestação, e temos um sinal de que pode haver um distúrbio hormonal. Nesse caso, os hormônios não estão em níveis adequados para promover a ovulação.
É normal que isso aconteça em um ou outro ciclo, principalmente após a primeira menstruação e perto da menopausa, mas se for algo persistente na vida fértil da mulher é importante buscar auxílio de um especialista.

As causas da anovulação incluem Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), distúrbios no funcionamento da glândula tireoide, hiperprolactinemia (produção excessiva da substância que age na fabricação do leite), tumores, peso abaixo ou acima do normal.

Os sinais do problema consistem em ciclos menstruais irregulares, curtos e com atrasos significativos, sangramento visivelmente menor (ou inexistente - não menstruar por 3 meses seguidos já é um alerta importante) e ausência do muco habitual mais espesso associado ao período fértil. O médico, inclusive, consegue detectar a ausência de ovulação por meio de exames.

Vale ressaltar que a reprodução assistida é uma forte aliada de mulheres com problemas ovulatórios que desejam engravidar. Não desista, busque ajuda!
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, ID:43
07 Jul 2020

Uso prolongado de anticoncepcional afeta fertilidade?

Você aí que é tentante pode já ter se perguntado se o uso do anticoncepcional por longos anos afetou sua fertilidade de alguma forma. Mas eu venho tranquilizá-la quanto a isso: segundo a própria Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), não há dados científicos que comprovem essa possível consequência do remédio.

Um estudo da revista Human Reprodution, inclusive, atestou que a utilização contínua de pílulas anticoncepcionais não reduz as chances de gravidez, em comparação às mulheres que não fazem uso da medicação.

Vale ressaltar que no caso do anticoncepcional oral, adesivo ou anel vaginal, o retorno à fertilidade pode ser imediato ou, em alguns casos, requer uma espera de 2 a 3 ciclos para regularização menstrual.

Já em relação ao anticoncepcional injetável ou por implante, essa regularização pode demorar um pouco mais para acontecer, de seis a nove meses.

E lembre-se: não desista da sua família!
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, ID:42
07 Jul 2020
Devo ficar de repouso?

Cientificamente, não há nada que afirme que a implantação do embrião no útero é beneficiada de alguma forma com o repouso após a FIV, porém alguns especialistas indicam sim o repouso absoluto por dois dias. Até porque é um processo um tanto desgastante tanto fisicamente quanto emocionalmente, então um tempo de descanso pode ser uma boa ideia.

Químicas no cabelo como coloração podem?

Só são permitidas durante a indução da ovulação. Mas, após a implantação dos embriões, são contraindicadas. Em contato com o couro cabeludo, essas substâncias chegam à corrente sanguínea, podendo prejudicar os embriões. Se confirmada a gravidez, essa recomendação se posterga também para o primeiro trimestre da gestação. Só após este período está liberada a tintura com produtos naturais, como hena e tonalizantes; o importante é não conter amônia na sua composição.


Exercícios físicos são contraindicados?

Infelizmente, se houver um esforço excessivo, é possível que o embrião se desloque e não seja implantado no útero. É fundamental ter cuidado com atividades físicas e evitar ao máximo carregar muito peso. É uma precaução importante a ser tomada, inclusive, desde o início da estimulação ovariana.

Na dúvida, sempre converse com seu médico!
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, ID:39
15 Jun 2020
O congelamento de óvulos é uma técnica muito importante para planejar a maternidade e preservar a fertilidade.
Com esse procedimento, é possível promover a conservação da qualidade dos seus óvulos por vários anos, aumentando assim as taxas de sucesso de uma gravidez futura. Aí surgem algumas perguntas comuns:

Quando o congelamento de óvulos é indicado?

➡ Para mulheres de até 40 anos (o quanto antes melhor), com ou sem parceiro, que desejem engravidar mais tarde;
➡ Se o casal por meio da fertilização in vitro teve como resultado óvulos em excesso durante o tratamento;
➡ Para a mulher que possui histórico familiar de menopausa precoce (a ovulação pode parar antes dos 30 anos);
➡ Antes de se submeter a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia (se for o parceiro o paciente quimioterápico, ele também pode congelar o sêmen; é possível ainda congelar o óvulo já fecundado).



Quantos óvulos devo congelar?

➡ Nesse caso, vai depender da faixa etária da mulher, por isso a quantidade necessária pode variar de 10 a 20 óvulos. Lembrando que a possibilidade de gravidez relacionada a óvulos congelados está ligada à idade da mulher no momento do congelamento, e não na idade em que haverá implantação e possível gestação.

Há um tempo máximo para o congelamento de óvulos?

➡Normalmente os óvulos ficam congelados por até 10 anos.
Vale ressaltar também que, para implantação dos óvulos fecundados, a idade limite é de 50 anos de idade.

Como ele é feito?

➡ É feito primeiramente um preparo com exames importantes;
➡ Posteriormente, a estimulação ovariana entra em cena;
➡ Depois, é realizada a coleta dos folículos dos ovários (onde estão os óvulos), que acontece em um centro cirúrgico, com sedação;
➡ Após os folículos serem coletados da mulher, os óvulos são retirados de dentro deles após duas horas, quando já sofreram o que chamamos de “maturação”;
➡ Desse modo, os óvulos maduros e mais qualificados são mergulhados em uma substância especial e protetora que combate a formação de cristais (fator que os danificaria);
➡ Em seguida, são armazenados em nitrogênio líquido, onde ocorre o congelamento.
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, ID:37
15 Jun 2020

Muitas mulheres ficam receosas após um aborto espontâneo, com medo de que ele seja um sinal de infertilidade ou mesmo que sua ocorrência possa afetar o sucesso de uma gravidez futura, prejudicando a fertilidade. Mas, de modo geral, isso é um MITO.

É importante lembrar que, infelizmente, ele é comum no primeiro trimestre da gravidez; estima-se que uma em cada cinco mulheres sofre um aborto espontâneo.

Um estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia, observou, inclusive, que mulheres que tentaram engravidar em até seis meses após um aborto demonstraram melhores chances de fertilidade e menos complicações em uma nova gravidez do que aquelas que esperaram mais de 24 meses para tentar novamente uma gestação.



Portanto, fique tranquila! O alerta que faço é que após dois abortos ou mais aí sim precisamos ficar atentos e investigar. É preciso verificar a causa deles que em alguns casos pode envolver, por exemplo, alguma doença autoimune ou mesmo o mioma intramural.
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, ID:38
15 Jun 2020
Segundo a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), quatro em cada 10 brasileiras em idade reprodutiva realizam a laqueadura tubária – procedimento de esterilização na mulher, em que as trompas uterinas são cortadas ou amarradas. A entidade destaca que dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) colocam o Brasil entre os países com maiores índices do procedimento.

Mas se você fez laqueadura, se arrependeu e agora decidiu engravidar, saiba que é possível sim e a Fertilização in Vitro (FIV) é uma das melhores alternativas nesses casos.
Como a cirurgia promove o bloqueio das tubas, que é onde ocorre a fecundação do óvulo, na FIV esse processo é realizado fora do útero.
Resumidamente, no geral, acontece assim:

- Estimulação ovariana da paciente;
- Acompanhamento pelo ultrassom;
- Aspiração dos óvulos;
- Seleção dos melhores óvulos e espermatozoides para realizar a fecundação em laboratório;
- Em seguida, após o óvulo ser fertilizado, de 2 a 5 dias, o agora embrião considerado com melhor chance de êxito é transferido (por meio de um cateter especial) para o útero.

A taxa de sucesso depende de vários fatores, entre eles a idade da mulher. Então converse com um especialista em reprodução humana, tire todas as suas dúvidas, siga as orientações e não desista da sua família.
Se arrepender faz parte da vida, não se sinta culpada, corra atrás dos seus sonhos!
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, ID:34
15 Jun 2020
Fiquem atentos! A terceira e última fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve início esta semana. Dentre os públicos que são focos da ação estão as crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, e mães no pós-parto (até 45 dias), que inclusive passam os anticorpos contra a gripe para os recém-nascidos através da amamentação.

Apesar da vacina não combater o novo coronavírus, ela promove a proteção de outros três vírus bem comuns e também perigosos: Influenza A (H1N1), Influenza B e o subtipo da Influenza A (H3N2).
Além disso, ela auxilia também os profissionais da saúde a excluir do diagnóstico a gripe, já que os sintomas são semelhantes aos manifestados também pela COVID-19. Dessa forma, é possível chegar mais rápido ao diagnóstico do coronavírus.

O Ministério da Saúde salienta que a escolha dos grupos prioritários para a vacinação segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma definição também respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe.
Segundo a entidade, são priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. Então, não deixe de se vacinar, combinado?
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