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Reserva ovariana

A Reserva Ovariana nada mais é que a quantidade de folículos que a mulher tem disponível nos seus ovários; lembrando que esse folículo é uma espécie de “bolsa” - cada uma carrega um óvulo. No ciclo menstrual, esse óvulo amadurece dentro do folículo e é liberado para ser fecundado: a ovulação!

Mas essa quantidade é limitada, e com o passar do tempo há redução do número e da qualidade dos folículos e, consequentemente, dos óvulos (estima-se que, em cada ciclo, é possível perder mil óvulos). E a mulher sofre uma queda significativa a partir dos 35 anos.

Quem tem essa reserva baixa, portanto, pode ter dificuldades para engravidar, porque são poucos óvulos disponíveis para fecundação. Mas aí você pode se perguntar: e como eu faço para avaliar a minha reserva ovariana?
O especialista em reprodução humana pode investigar esse fator através de dois exames principais:

- ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL: através da imagem, o médico contabiliza quantos folículos antrais (CFA) a mulher tem naquele ciclo, e assim consegue determinar se ela possui reserva baixa ou normal. Quanto mais folículos, maior a fertilidade.
- HORMÔNIO ANTIMÜLLERIANO (HAM OU, EM INGLÊS, AMH): essa substância é produzida pelas células da granulosa dos folículos ovarianos. Desse modo, quanto maior for a dosagem sanguínea do hormônio, maior a reserva de óvulos.

Tanto para você, que deseja engravidar agora, quanto para quem quer planejar uma gravidez para daqui alguns anos, esses são marcadores essenciais, pois são dados preciosos para medir, por exemplo, a resposta da paciente à indução ovariana (uma etapa importante da Fertilização in Vitro), e também indicam a necessidade de congelamento de óvulos em mulheres que querem engravidar posteriormente, mas que já apresentam um certo declínio na sua reserva. Assim é possível preservar a fertilidade para a gestação futura!
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