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Notícias

Vacina contra Covid-19 em gestantes e lactantes

Tivemos uma boa notícia recentemente: a aprovação, pela Anvisa, de duas vacinas para uso emergencial no combate à pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Pensando nisso, eu trouxe aqui para vocês recomendações importantes da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) na vacinação de gestantes e lactantes contra a Covid-19.

“Com a autorização da ANVISA e revisão de literatura, a Febrasgo recomenda:

- A segurança e eficácia das vacinas não foram avaliadas em gestantes e lactantes, no entanto estudos em animais não demonstraram risco de malformações.
- Para as gestantes e lactantes pertencentes ao grupo de risco, a vacinação poderá ser realizada após avaliação dos riscos e benefícios em decisão compartilhada entre a mulher e seu médico.
- As gestantes e lactantes devem ser informadas sobre os dados de eficácia e segurança das vacinas conhecidos assim como os dados ainda não disponíveis. A decisão entre o médico e a paciente deve considerar: o nível de potencial contaminação do vírus na comunidade; a potencial eficácia da vacina; o risco e a potencial gravidade da doença materna, incluindo os efeitos no feto e no recém-nascido, e a segurança da vacina para o binômio materno-fetal.

- O teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em condições de risco.
- As gestantes e lactantes do grupo de risco, que não concordarem em serem vacinadas, devem ser apoiadas em sua decisão e instruídas a manterem medidas de proteção como higiene das mãos, uso de máscaras e distanciamento social.
- Os eventos adversos esperados devem ser monitorados.
- As vacinas não são de vírus vivos e têm tecnologia conhecida e usada em outras vacinas que já fazem parte do calendário das gestantes, como as vacinas do tétano, coqueluche e influenza.
- Para as mulheres que foram vacinadas inadvertidamente e estavam gestantes no momento da administração da vacina, o profissional deverá tranquilizar a gestante sobre a baixa probabilidade de risco e encaminhar para o acompanhamento pré-natal.”
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