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Ginecologia

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Obstetrícia

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Videolaparoscopia

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Reprodução Humana Assistida

Dr. Ricardo Luba

Médico ginecologista e obstetra

O Dr. Ricardo Luba (CRM 113.528) é especializado em Videolaparoscopia, Endoscopia Ginecológica e Reprodução Humana. 
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Reprodução Assistida
Quando é hora de buscar ajuda especializada?
Se o casal após 12 meses de tentativas de gestação, com relações sexuais frequentes sem utilizar métodos contraceptivos, não consegue engravidar, pode haver problemas de fertilidade. 
É importante procurar uma clínica especializada em reprodução humana e realizar exames para investigar e detectar o problema que impede a gestação natural. 
Saiba Mais

Notícias

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27 Jul 2020

Cistos no ovário impedem gravidez:mito ou verdade?

Mito! Quem tem cisto ovariano pode engravidar, sim.
Cistos no ovário raramente provocam infertilidade, mas eles podem, em alguns casos, dificultar a concepção por conta de possíveis alterações hormonais. Por isso, é importante que a mulher faça acompanhamento médico, sobretudo se estiver tentando engravidar.

O cisto nada mais é que uma “bolsa” repleta de substância líquida ou material semissólido que pode se formar em um ou nos dois ovários. Eles surgem e desaparecem espontaneamente durante o ciclo menstrual e, na maioria das vezes, não apresentam qualquer risco.
No entanto, quando há sintomas, por exemplo, é preciso tratamento individualizado (que é quase sempre simples, mas essencial para promover a saúde da mulher).

Geralmente a presença do cisto é silenciosa, mas em quadros de maior gravidade pode haver sinais como dor pélvica, inchaço na região do abdômen, dor na relação sexual, constipação, sangramento fora do ciclo, menstruação irregular e dor nas costas.
Por isso, pode ser necessária a utilização de medicamentos para evitar que novos cistos se desenvolvam e também para eliminar os já existentes, ou, principalmente se forem grandes e persistentes, pode ser recomendada ainda a cirurgia de retirada.
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21 Jul 2020

Reserva ovariana

A Reserva Ovariana nada mais é que a quantidade de folículos que a mulher tem disponível nos seus ovários; lembrando que esse folículo é uma espécie de “bolsa” - cada uma carrega um óvulo. No ciclo menstrual, esse óvulo amadurece dentro do folículo e é liberado para ser fecundado: a ovulação!

Mas essa quantidade é limitada, e com o passar do tempo há redução do número e da qualidade dos folículos e, consequentemente, dos óvulos (estima-se que, em cada ciclo, é possível perder mil óvulos). E a mulher sofre uma queda significativa a partir dos 35 anos.

Quem tem essa reserva baixa, portanto, pode ter dificuldades para engravidar, porque são poucos óvulos disponíveis para fecundação. Mas aí você pode se perguntar: e como eu faço para avaliar a minha reserva ovariana?
O especialista em reprodução humana pode investigar esse fator através de dois exames principais:

- ULTRASSONOGRAFIA TRANSVAGINAL: através da imagem, o médico contabiliza quantos folículos antrais (CFA) a mulher tem naquele ciclo, e assim consegue determinar se ela possui reserva baixa ou normal. Quanto mais folículos, maior a fertilidade.
- HORMÔNIO ANTIMÜLLERIANO (HAM OU, EM INGLÊS, AMH): essa substância é produzida pelas células da granulosa dos folículos ovarianos. Desse modo, quanto maior for a dosagem sanguínea do hormônio, maior a reserva de óvulos.

Tanto para você, que deseja engravidar agora, quanto para quem quer planejar uma gravidez para daqui alguns anos, esses são marcadores essenciais, pois são dados preciosos para medir, por exemplo, a resposta da paciente à indução ovariana (uma etapa importante da Fertilização in Vitro), e também indicam a necessidade de congelamento de óvulos em mulheres que querem engravidar posteriormente, mas que já apresentam um certo declínio na sua reserva. Assim é possível preservar a fertilidade para a gestação futura!
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09 Jul 2020

Ansiedade afeta fertilidade?

Esperar que aqueles dois tracinhos indiquem a gravidez tão desejada não é fácil.
Muitas vezes, a ansiedade está ali, pulsante, o tempo todo presente na esperança de que o positivo venha logo e confirme que o sonho da gestação está se realizando.
Porém, é preciso estar atenta se for algo intenso e persistente, e se preciso buscar o apoio psicológico nessa hora.

Isso porque para que a gravidez ocorra um dos importantes fatores envolvidos é o equilíbrio hormonal, que pode ser afetado por disfunções psicológicas como a ansiedade, resultando, por exemplo, em problemas na ovulação.
A ansiedade pode atingir o sistema endócrino (cuja função está ligada à produção e liberação de hormônios fundamentais para o aparelho reprodutor), prejudicando as ações hormonais e por consequência sendo uma forte aliada da infertilidade; estresse constante também pode ter o mesmo efeito.

Inclusive, estudos relacionam, no homem, o estresse a alterações nas características dos espermatozoides, como concentração, motilidade e morfologia.
Na mulher, as questões emocionais podem comprometer, ainda, a maturação e o transporte dos óvulos, promovendo, até mesmo, a produção de algumas enzimas que tornam o útero desfavorável à gravidez.

O corpo e a mente conversam, portanto, um influencia o outro; não só na fertilidade, mas na saúde como um todo. Então, cuide da sua saúde mental sempre, combinado? Você merece uma saúde emocional de qualidade! ⠀
E lembre-se: busque ajuda de um especialista em reprodução humana, se necessário.
A sua hora vai chegar, não desista da sua família!
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